A Lei do Amor

As águas de Paraty enlaçam o amor de Pedro (Chay Suede/ Reynaldo Gianecchini) e Helô (Isabelle Drummond/ Claudia Abreu). Foi nesse mar que, durante a primeira viagem do casal, nos anos 1990, seus anzóis de pesca se enroscaram e se prenderam, formando um pequeno coração. Pedro escolheu uma das árvores de um píer para pendurá-lo, uma forma de eternizar aquele momento e o calor daquela paixão.

Vinte anos se passaram e as águas já não são mais as mesmas. Helô nunca conseguiu esquecer o único amor que tivera. Mas todas as boas lembranças se misturam com as memórias da noite em que flagrou uma traição de Pedro – que na verdade não passou de uma grande armadilha de Magnólia (Vera Holtz), madrasta de Pedro.  Aquela noite muda o curso da sua vida. Ela agora está casada com Tião (José Mayer), tem dois filhos e uma vida em São Paulo. Mas, apesar disso, nunca conseguiu esquecer Pedro. “A Helô e o Pedro tiveram um amor raro, resistente a muitas desilusões e ao tempo”, descreve a atriz Claudia Abreu.

O reencontro dos dois acontece naquele mesmo cenário paradisíaco. A cidade já é outra, assim como Helô e Pedro. Mas os anzóis enroscados em forma de coração ainda estão lá, resistiram, mesmo que enferrujados, aos anos que se passaram, assim como o amor dos dois. “”Helô já está calejada pela vida, mas o reencontro com Pedro reascende um sentimento genuíno. É como se o tempo não tivesse passado”, adianta Cláudia.